A chegada de novos bebês ao mundo também vem evidenciando o nascimento de novos pais.

Mais participativos, os homens acompanham todas as etapas da gestação junto com suas esposas e gostariam de estar mais presentes após a chegada do bebê.

Na CLT, o direito dos pais é de apenas uma folga no dia do nascimento de seu filho. Porém, a Constituição Federal determina que o prazo de afastamento seja de 5 dias, o que é mais praticado em todo o país.

Após muitas discussões, foi aprovada pela presidente Dilma Rousseff uma licença maior, de 20 dias, mas apenas para os empregados de empresas que participam do programa Empresa Cidadã.

Esse mesmo programa é o que concebe o direito à licença de 6 meses para as mães, isentando a empresa de alguns impostos (para saber se você e seu marido tem direito a esses benefícios, é preciso consultar o RH de onde trabalham).      

Sejam 5 ou 20 dias, a presença do pai é muito importante nos primeiros momentos de vida do bebê e toda família deve aproveitar ao máximo esse tempo.

 

O pai que participa

               

Durante a gestação, não apenas as mães buscam informações sobre como será sua rotina após dar à luz.

Os pais também leem bastante e participam de cursos especialmente preparados para o casal.

Trocar fraldas, dar banho, acordar durante a madrugada para acalentar o bebê, são tarefas a serem revezadas com a sua parceira.

Eles ficam igualmente ansiosos, esperam por esses momentos de cuidado com os seus filhos e sabem que 5 dias é pouco para as grandes necessidades que o bebê e a mãe têm durante toda a adaptação de saída da maternidade e chegada em casa.

Mas se o tempo de licença são apenas esses dias, os pais devem se preparar para apoiar a mulher nos momentos em que está em casa, principalmente nos primeiros meses.

 

O pai que apoia

 

Se a presença constante não é possível, após a primeira semana de vida do bebê o pai deve estar ciente da mudança das rotinas da casa.

As tarefas a serem divididas não apenas aliviam um pouco o cansaço da mãe como ajudam na criação de um vínculo duradouro com o bebê.

Mesmo antes de nascer, ele já reconhece a voz do pai e sabe que ele, além de sua mãe, é uma figura importante para sua proteção.

Participar da rotina é uma forma de conhecer melhor esse serzinho que acabou de chegar ao mundo e assegurar que ele terá os melhores cuidados.

 

O pai que ama

 

Amor é o principal sentimento que une a todos nesse período pós-parto.

O pai que ama a mãe e o bebê só pode oferecer o que há de melhor para essas duas criaturas que são, e estão muito fragilizadas durante os primeiros dias do nascimento.

A presença paterna é muito benéfica e o aumento dos dias de licença não devem ser vistos como folga do trabalho, mas como um tempo para essa nova família se conhecer e se apoiar.

Uma nova geração de pais vem cumprindo esse papel com muito amor!